20 de jan de 2013 | 22:42 | 0 Comentários

Elle francesa faz capa com casal lésbico em apoio ao casamento igualitário

DA REDAÇÂO
Elle francesa faz capa com casal lésbico em apoio ao casamento igualitário (Foto: Reprodução)
Elle francesa faz capa com casal lésbico em apoio ao casamento igualitário (Foto: Reprodução)
A Elle francesa resolveu meter o dedo na ferida sobre a questão da legalização do casamento entre pessoas do mesmo sexo na França. Enquanto os franceses saem às ruas para protestar contra a legalização do casamento e das adoções por pessoas do mesmo sexo, a edição de janeiro da publicação traz um casal de mulheres abraçadas e vestidas de noiva na capa.

Com a frase, “Casamento para todos”, como destaque na capa, a revista vem com tudo no apoio à causa. A editora da revista, Valérie Toranian escreveu:

“Esse debate não é primariamente entre o velho e o moderno, a direita e a esquerda, os homofóbicos e os progressistas: existem gays, católicos pró-casamento, psicólogos inclinados à direita ou à esquerda fortemente agarrados ao simbolismo da diferença de gênero como uma necessidade para qualquer filho em potencial. Existem feministas que advogam a fertilização in vitro para lésbicas, mas que se opõem a mães de aluguel para gays porque elas denunciam a mercantilização do corpo das mulheres.”

Apesar das manifestações contrárias à legalização, o presidente François Hollande mantém que a intenção do governo continua sendo a de submeter o projeto ao Parlamento neste mês e sancioná-lo até junho.

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22 de nov de 2012 | 10:15 | 1 Comentários

Dormir acompanhada reduz a qualidade do sono, dizem médicos

Do Gay1
O casal de lésbicas Alex e Emma em comercial da K-Y Brand (Foto: Reprodução/YouTube)O casal de lésbicas Alex e Emma em comercial da K-Y Brand (Foto: Reprodução/YouTube)
A jornalista americana Alex, 32, tem um segredo: ela e a companheira dormem em quartos diferentes. O hábito começou há cinco anos, quando ela interrompeu um tratamento de apneia (suspensão da respiração durante o sono) pela quarta vez.

Nem a faxineira que limpa a casa sabe do arranjo. "Contamos para algum-as amigas e todas acharam esquisito, então preferimos nos resguardar", diz Paula.

A decisão do casal não é incomum, nem seu constrangimento. "Cerca de 40% dos meus pacientes dormem em camas ou quartos separados. Quase nenhum admite isso para a família", diz a otorrinolaringologista e médica do sono Ângela Beatriz Lana.

Um adulto médio tem entre 20 e 30 microdespertares por noite, momentos em que o sono REM, mais profundo e restaurador, é interrompido e a pessoa volta a uma etapa superficial. Ao trocar de posição na cama ou ranger os dentes a pessoa chega a um estado de semiconsciência. Quase acorda, mas não percebe. Quanto mais microdespertares tiver, mais cansada vai levantar no dia seguinte.

"Dividir a cama chega a dobrar a quantidade de microdespertares. É muito romântico, mas um fracasso do ponto de vista da saúde", diz Maurício Bagnato, médico do laboratório do sono do Hospital Sírio-Libanês.

Insônia, ronco, apneia, discordâncias sobre a temperatura do ar-condicionado, horários diferentes para dormir e acordar, presença de TV e aparelhos eletrônicos no quarto são os problemas mais citados pelos casais que resolveram dormir separados.



HÁBITO RECENTE
Cultivar o próprio espaço também é razão frequente para a separação de corpos.

Dormir junto é um hábito recente motivado antes por necessidade do que por romantismo, explica Neil Stanley, médico do sono e ex-presidente da Sociedade Britânica do Sono.

"Quando a Revolução Industrial apinhou as pessoas em pequenos espaços foi inevitável que os casais passassem a dividir o quarto. Antes, os pobres dormiam todos no mesmo cômodo e os ricos tinham um quarto para cada um", disse ele ao site Folha.

"Hoje as pessoas dormem com cachorro, filho, parceiro. Pode anotar: a qualidade do seu sono cai 20% para cada ser vivo que você inclui debaixo do lençol", diz Stanley.

Segundo o pesquisador, se você divide uma cama de casal padrão, dorme com nove centímetros a menos de espaço do que uma criança sozinha num colchão infantil.

Luciana Palombini, do Instituto do Sono da Unifesp, acha exagerado incentivar casais a dormirem separados. "A companhia traz prejuízos ao sono, mas pode trazer benefícios emocionais.

Dormir junto passa segurança e aconchego, o que é bom para tudo, inclusive para o sono."

"O casal perde momentos preciosos ao dormir separado", opina Cristiana Pereira, presidente do Instituto de Terapia Familiar de São Paulo. "A rotina é tão perversa, cada um tem seu horário. Aquela conversinha gostosa antes de dormir é o contato mais significativo para muitos."

Segundo a terapeuta, compartilhar a cama também aumenta a frequência do sexo.

PIOR TRANSA
Já a psicanalista e sexóloga Regina Navarro Lins discorda: "Relação íntima não depende de dormir junto. Por que o sexo funciona entre os amantes? Porque é agendado. Espontaneidade não funciona nesse assunto. Aquela transa que acontece quando um pé esbarra no outro é a pior de todas", diz.

Uma pesquisa da Universidade de Surrey, na Inglaterra, feita com 40 casais, chegou a resultados interessantes. No estudo, os casais dormiram juntos por dez dias e separados por outros dez.

O sono era monitorado por aparelhos e a cada manhã os voluntários eram convidados a classificar sua noite entre "boa", "razoável" ou "ruim". No fim da pesquisa, os aparelhos mostraram que as noites solitárias eram 50% melhores, em termos de qualidade de sono, mas os entrevistados diziam exatamente o contrário.

"Tudo que envolve o sono é muito individual", comenta Bagnato. "Do ponto de vista médico nós deveríamos dormir sozinhos. Mas quem são os médicos para escolher como uma pessoa dorme ou deixa de dormir?", conclui.

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22 de out de 2012 | 16:15 | 0 Comentários

Espanhola é primeira lésbica a pedir indenização por repressão franquista

M.C.D. foi condenada à prisão aos 16 anos, sem direito à defesa.

Do EL PAÍS
Ficha criminal de M.C.D, presa aos 16 anos pelo regime do ditador Francisco Franco por ser lésbica (FOto: Associação de Ex-Presos Sociais)Ficha criminal de M.C.D, presa aos 16 anos pelo regime do ditador Francisco Franco por ser lésbica (Foto: Associação de Ex-Presos Sociais)
A vida lhe passou uma segunda rasteira. Por isso, para M.C.D. - a primeira dentre as mulheres lésbicas ou bissexuais reprimidas pelo regime do ex-ditador espanhol Francisco Franco a pedir indenização -, é quase um dever moral conceder entrevistas aos meios de comunicação. No entanto, ela o faz a contragosto e com reservas: nem seu nome nem a cidade onde vive podem ser publicados.

A exigência não se deve somente às sequelas deixadas pelo trauma que viveu (a moça, por ser lésbica, foi detida aos 16 anos, posta em liberdade condicional e julgada aos 17). M.C.D. também leva em conta o fato de que, em sua cidade, sobre a qual não dá nenhum detalhe, as vidas dela e de sua parceira não andam fáceis ultimamente. “A homofobia ainda existe”, afirmou Antoni Ruiz, presidente da Associação de Ex-Presos Sociais, que presta auxílio jurídico à M.C.D. em seu pedido de indenização.

A mulher conta sua história de maneira abreviada e relutante.

"Não me lembro nem quando nem onde estava quando fui detida. Um grupo de policiais à paisana se aproximou, e pronto" contou. "Passei toda a minha vida tentando esquecer disso, tentando superar o trauma".

M.C.D. também não sabe porque foi presa: se alguém a denunciou ou se seu comportamento, na hora, foi considerado suspeito pelos policiais. Lembra-se, somente, de que tinha “17 anos, idade em que o indivíduo ainda não é considerado adulto”, e que foi submetida “a um interrogatório infundado durante meses”.

Ao ler em voz alta e embargada uma espécie de comunicado judicial, M.C.D. mostra que é a prova viva de um tempo em que ser reconhecido como lésbica, gay, bissexual, travesti ou transexual era um perigo na Espanha. Como exemplo, se lembra de que, em seu círculo de amizades, “duas pessoas receberam choques” como forma de tratar o “desvio de comportamento”. Outros sofreram ainda mais, como três conhecidos - “um estudante, um professor, que era um dos meus melhores amigos, e um bombeiro” -, que acabaram se suicidando.

"Se cada um de nós conhecer cinco pessoas [que tenham sofrido com a repressão do regime], imagine como era viver naquela época" sugeriu M.C.D.

Algumas informações úteis constam na sentença do juiz “de Instrução, Periculosidade e Reabilitação Social” da província em que vivia, antes de ser presa. Trata-se de um documento de apenas duas folhas, o bastante para ilustrar como a homofobia da época era capaz de arruinar vidas. M.C.D., “filha de uma família honrada”, apresenta “uma clara orientação homossexual, mantendo relações vulgares com outra jovem a qual domina, persegue e atrai (uma vítima da pervertida)”, diz o documento. Além disso, a moça é “uma pessoa que se rebela contra seus familiares, que os desobedece e ameaça” quando “tentam corrigi-la e educá-la”.

Ambos os crimes (ser lésbica e desobedecer à família) eram igualmente graves para um sistema em que a maioridade correspondia aos 21 anos, conceito imposto relutantemente às mulheres. Por isso, o juiz não tinha dúvidas de que M.C.D. “é uma lésbica, que se rebela contra sua família e que se encontra em estado perigoso”. Por isso, ela podia ser submetida à lei de Periculosidade Social, de 1970, e condenada à “reclusão em estabelecimento de reeducação por um tempo não inferior a quatro meses nem superior a três anos”. Também lhe foi proibido, por dois anos, comparecer a “salas de festas e estabelecimentos públicos onde haja consumo de bebidas alcoólicas”. Ao advogado da moça, obviamente, não foi dada nenhuma oportunidade de defesa.

A lembrança é dolorosa para M.C.D. No entanto, ela se recorda de sua “reeducação” com bom humor.

"Era uma cela normal [na prisão de Alcázar de San Juan, província de Ciudad Real, onde ficou quatro meses]. Não havia reeducação alguma. Bom, eramos obrigadas a fazer trabalhos manuais, como costura. Claro que eramos muito mal pagas. Alguém deve ter lucrado às nossas custas" contou.

É óbvio que o “esforço reeducador” foi um fracasso. Alguns de seus amigos se casaram para fugir do preconceito, mas esse não é o caso de M.C.D. Cabe à Comissão de Indenizações a Ex-Presos Sociais - órgão colegiado que integra o Ministério da Economia e Fazenda - avaliar seu pedido de indenização.

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12 de out de 2012 | 14:00 | 0 Comentários

Vídeo sobre casamento lésbico faz sucesso no YouTube

DA REDAÇÂO
Anúncio publicado no YouTube apresenta duas mulheres se casando nos Estados Unidos (Foto: YouTube/Reprodução)Anúncio publicado no YouTube apresenta duas mulheres se casando nos Estados Unidos (Foto: YouTube/Reprodução)
Um vídeo publicado no início do mês, atualmente com 2 milhões de views no YouTube, tem feito muito sucesso na internet por apresentar um casamento entre duas mulheres. Produzido para a empresa de viagens Expedia, a produção, chamada "Find Your Understanding" (Encontre sua compreensão), o anúncio mostra a jornada de um pai através dos Estados Unidos para chegar ao casamento de sua filha com sua companheira.

O vídeo, de cerca de três minutos, mostra as duas personagens vestidas de noiva na recepção, em cenas com a narração do pai de uma das mulheres, falando sobre a filha e os passos para a aceitação do relacionamento dela com outra pessoa do mesmo sexo.

O vídeo foi publicado no dia 02 de outubro e soma mais de 1 mil comentários. Assista:

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1 de ago de 2012 | 15:32 | 2 Comentários

Ex t.A.T.u. lança novo clipe com muita pegação e meninas de topless

'Didn’t Wanna Do It' marca o início da carreira solo da cantora após 10 anos em dupla com Lena Katina.
Julia Volkova em seu novo clipe (Foto: YouTube / Reprodução)
Do Gay1

Depois das fotos quentes em que aparece com um vestido molhado e mostra parte dos seios, a ex t.A.T.u. Julia Volkova liberou o vídeoclipe da música "Didn’t Wanna Do It", o primeiro de sua carreira solo.

A produção conta a história de uma mulher, que pega seu namorando a traindo com a própria mãe. Ela liga para um número e Julia aparece para salvá-la. Em uma festa com muita pegação, homens e mulheres dançam de forma sensual e acabam todos juntos, nus. Bissexual assumida, a cantora também aparece em cenas quentes com outras meninas. "Eu sempre disse que gostava de homens e mulheres. Eu canto sobre o que penso e sinto".

Assista o vídeo:

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26 de jul de 2012 | 03:10 | 1 Comentários

Antes de morrer, astronauta da Nasa revela em mensagem que era lésbica

Sally Ride foi a primeira mulher norte-americana a ir ao espaço, em 1983.
Ela morreu na última segunda-feira (25), aos 61 anos.


Da Reuters
Sally Ride a bordo da Challenger. (Foto: Nasa/Divulgação)Sally Ride a bordo da Challenger (Foto: Nasa/Divulgação)
Sally Ride foi a primeira mulher norte-americana no espaço e um exemplo para mulheres em toda parte. Mas um grupo teve que esperar até a sua morte esta semana para considerá-la um membro: a comunidade LGBT.

Em uma declaração preparada antes de sua morte na segunda-feira (23), de câncer pancreático, Sally, 61 anos, admitiu publicamente pela primeira vez que tinha um relacionamento de longa data com uma mulher, Tam O'Shaughnessy, que era sua parceira nos negócios, na escrita da ciência e na vida.

O site da astronauta, Sally Ride Science, lista O'Shaughnessy, companheira dela por quase 30 anos, como uma sobrevivente.

"A maioria das pessoas não sabia que Sally mantinha um relacionamento maravilhosamente amoroso com Tam O'Shaughnessy havia 27 anos", escreveu a irmã de Sally em uma homenagem publicada no MSNBC.com.

"Sally nunca escondeu seu relacionamento com Tam. Elas eram companheiras, parceiras de negócios na Sally Ride Science, escreveram livros em conjunto, e os amigos muito próximos de Sally, é claro, sabiam do amor de uma para a outra", afirmou Bear Ride. "Nós consideramos Tam um membro da nossa família", disse ela.

Entrou para a história
Sally conquistou seu lugar na história da exploração espacial em 18 de junho de 1983, quando foi ao espaço na missão STS-7 do ônibus espacial Challenger, com quatro companheiros homens. Antes dela, somente as soviéticas Valentina Tereshkova e Svetlana Savitskaya haviam tido essa oportunidade.

Ela fez um segundo voo, um ano depois, e em seguida, participou do painel que investigou o desastre do Challenger em 1986. Ela deixou a NASA em 1987. Nascida em 1951 em Encino, Califórnia, a ex-astronauta era física por formação e chegou à Nasa por meio de um anúncio da agência procurando por novos colaboradores.

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25 de dez de 2011 | 09:55 | 7 Comentários

Papel, caneta e pensamentos lX


Poesia 17
Você sente?

Você sente?.
O que, o seu corpo.
Faz ao meu?.
Quando juntas estamos?.
O prazer me invade.
Sem medidas.
Me toma.
Me tomba.
O seu calor, me aquece.
Me suaviza.
Sou vencida.
O seu amor, me escraviza.
Você quer saber.
O que a nossa união representa?
Simplesmente, feche os olhos.
Segure forte nas minhas mãos.
Sinta os meus lábios.
A tocar os seus.
Ouça as batidas.
Que vem do meu coração.
O seu amor.
Me invade.
Sem medidas.
Me toma.
Me tomba.
O seu calor, me aquece.
Sou vencida.
Me escraviza.
Me suaviza.
Me enlouquece.
O seu amor.

Poesia 18
Mentalizar o desejo

Mentalizar o desejo.
Quero tanto, as suas mãos.
Deslizando, sobre o meu corpo.
Que ele, pega fogo.
Em imaginar.
A possibilidade de te amar.
Quero tanto, doer de tesão.
Junto com você.
Forte, dentro e intenso.
Quero tanto, o seu beijo.
Os seus seios.
Ser o seu melhor desejo.
Quero tanto, te amar.
Nós vamos, muito nos amar.
Sem imaginar.
Em parar.
Quero tanto, você.
Seja, aqui ou aí.
Seja, aonde for e como for.
Só penso, em te despir.
Quero neste momento.
Seus olhos fixos nos meus.
Viajando juntas.
No prazer que nos invadir.
Até sentirmos o pleno gozo.
Da satisfação que nos dermos.
Quero tanto te amar.
Sei que vou te amar.
Nós vamos muito nos amar.
Mentalizar o desejo.


Por Daniella Dell Ossi
Vejam o link de divulgação do meu trabalho.
Em breve novas poesias aqui no papo delas.
Espero que gostem e aguardo opiniões sinceras.

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